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Ione Pinheiro vota a favor do aumento para professores, mas projeto é barrado por base governista

Ione Pinheiro vota a favor do aumento para professores, mas projeto é barrado por base governista Foto: ALMG

Emenda ao texto da reforma administrativa propunha reajuste salarial de 13,1% para servidores da educação; PL 5.706/15 que trata da Reforma Administrativa é aprovado, e Estado passa a ter mais quatro secretarias e mais cargos

            A deputada estadual Ione Pinheiro (DEM) participou da Reunião Ordinária de Plenário na noite da última terça-feira, dia 10 de março, que colocou em votação a Reforma Administrativa proposta pelo governador Fernando Pimentel (PT), além de uma emenda ao texto que propunha o reajuste salarial de 13,1% para os servidores da educação, incluindo professores, analistas e assistentes de educação, assistentes técnicos e auxiliares de serviços. Ione deu voto favorável ao aumento, mas o projeto foi descartado pela base governista por 36 votos contrários a 21 favoráveis.

            A reunião que durou mais de cinco horas devido às intensas negociações entre a base governista e a oposicionista no Plenário teve inúmeras emendas descartadas. Uma delas, é a emenda nº 28 que trata do aumento salarial para os servidores da educação. A deputada Ione Pinheiro que votou a favor do aumento para os servidores da educação criticou a derrubada da emenda. “Há recursos para onerar o Estado criando secretarias e cargos, mas não há verba para valorizar os profissionais capazes de transformar nosso país. Como filha de professora, isso muito me entristece. Devemos valorizar nossos educadores e esse é um dos motivos da minha candidatura como deputada estadual”, afirmou Ione. 

            O texto da Reforma Administrativa aprovado em Plenário por 51 votos favoráveis e 18 contrários determinou a instituição de mais quatro secretarias. O Estado de Minas Gerais passa a ter, portanto, 21 secretarias, sendo que na gestão anterior eram somente 17. Presente à reunião, a deputada estadual Ione Pinheiro (DEM) votou contra a proposta por entender que a aprovação do texto resultaria em uma sobrecarga nas contas públicas estaduais. Com o atraso, Minas Gerais foi o último estado da Federação a aprovar seu orçamento. 

            De acordo com o texto da Reforma Administrativa, serão criadas as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Agrário e de Recursos Humanos, além da desmembração da Secretaria de Estado de Turismo e Esportes em duas pastas distintas, formando a Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania.